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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Férias

Duas semanas de férias. Bom demais depois de um ano corrido. Passou voando, mais uma vez.

Férias é bom e ruim. Bom pra descansar. Pra não ter hora pra acordar todo dia. Apesar de todo dia continuar acordando no mesmo horário, com ou sem despertador. Bom pra saber direitinho quais são as merdas que passam na TV durante o dia e agradecer por ter o tempo ocupado durante a maior parte do ano.

Ruim porque não tem nada pra fazer. Coçar o saco o dia todo é um saco. Ainda mais depois que resolvi tentar ocupar o tempo fazendo algumas atividades físicas, que fracassaram seguidamente. Senti uma dor na lombar na corrida e a bike que ganhei era pequena demais. Mas já arrumei outra com o mister. Devido ao longo tempo de inatividade, no primeiro rolê que dei, saí com a bunda doendo. Igual quando a gente anda de cavalo quando vai pra roça. Melhor dar um tempo.

Nas férias também sirvo de motorista de Ana Maria. Ainda mais na véspera de Natal. Saída pra 4, 5 lugares e esperas infinitas. A ideia de levar um livro foi sensacional.

Não suportaria viver sem ter o que fazer o dia todo. Acho que enlouqueceria. Aí vai o primeiro agradecimento de final de ano. Emprego. Temos muito mais a agradecer do que a pedir. Ter teto, roupa e comida todo ano é lucro demais. Agora não tenho o corno do Ronildo para interromper meu 'discurso'. Frustação foi pouco.

Bom 2010! ...read more ⇒
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Até formar...

Tem horas que me bate um puta tesão de ser jornalista. Maior que o o habitual. Acho que já comentei aqui que demorei a encontrar meu lugar e saber no que eu era bom de verdade. A faculdade de publicidade foi ótima em vários aspectos, mas no profissional deixou (muito) a desejar. Não sei o que (ou quem) causou isso. Às vezes acho que foi uma união de fatores, incluindo, com importante participação, a não pesquisa e busca por informações antes de fazer a inscrição.

Mas voltemos aos jornalismo. Em algumas disciplinas, você acaba percebendo a essência da coisa e ver como a profissão é bonita. Claro que existem percalços.

Uma coisa que me atrai muito é a reportagem. Ir ao local, observar, conversar, apurar e produzir um relato escrito de um jeito atraente é, ao mesmo tempo, desafio e prazer. Desafio por tentar chegar o mais perto possível do leitor e tentar fazê-lo sentir uma sensação de como se estivesse presente.Prazer por ter a oportunidade de viajar e conhecer gente nova e obter novos conhecimentos a todo momento.

Por trabalhar em um meio de comunicação jovem, acabo encontrando pautas excelentes com um toque de qualidade e bom gosto. Agradeço e valorizo muito a oportunidade. O ambiente e as pessoas colaboram e muito para a situação favorável.

Editar é outra função que me agrada muito. Tenho gosto para a coisa e paciência para tudo acontecer no seu tempo. Função de editor não é fácil, requer uma visão ampla de vários campos sociais, uma sacada diferente da coisa, que vai muito além da reportagem.

Às vezes penso que estou meio velho para faculdade. Passar por tudo de novo é um pouco frustrante. Aulas tapa-buraco, responder presença e vez ou outra fazer trabalhos em grupo, depois de cair de para-quedas na turma. Posso falar em tempo perdido, mas que trouxe coisas muito boas.

2011 chega rápido, é logo ali. ...read more ⇒
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Força Kabalah!


Toda dificuldade será recompensada em dobro. Pelo menos este são os votos que faço para a banda Kabalah, que parece atravessar uma pequena onda de azar, mas sem deixar de acreditar no trabalho e fazer poeira das pedras no caminho.

Há poucas semanas, a bateria de Râmede foi furtada. O detalhe é que a guitarra de Rodolfo também foi roubada no ano passado, fazendo a banda suspender ensaios e fazer um investimento nos equipamentos que não estava nos planos. Um prejuízo considerável para o grupo, unido desde 2006.

Os ocorridos atrasam os preparativos para a gravação do CD prestes a ser lançado. O importante é que coisa boa vem por aí. Alguns fatos não acontecem por acaso. Precisam acontecer para lançar um desafio e motivar, ainda mais, o crescimento, passar uma mensagem. Podem ter certeza que a banda assimilou o recado e só mais força para manter o ritmo será tirada disso tudo.

Conheça mais da banda


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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Talento

Já elogiei o flickr da Paulinha aqui antes e vou elogiar de novo.

Tá cada vez melhor.

Acessa aí ...read more ⇒
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Menos Diego, menos...


A Argentina está classificada. Admito que torcia contra. "Argentina para mim é igual Cruzeiro!", ouvi dia desses. Realmente não desejava êxito aos 'muchachos de Don Diego'.

Mas é inegável a importância de um time grande e tradicional na Copa. Engrandece o espetáculo. Ainda mais pela presença de ums grande figura, que dará muitas pautas, para o delírio da imprensa. Nas últimas Copas, as estrelas estavam todas dentro de campo. Agora, temos uma fora.

Mas a Argentina passou um belo sufoco nesta reta final de eliminatórias. Vem jogando mal e os resultados não apareciam. Tomou de 6 da grande (na altura) Bolívia e tomou um sacode brasileiro. As críticas eram merecidas. Mas a reação do '10' foi como se tivessem lhe atirado pedras. 'Que chupem, que chupem todos', foi aos gritos o técnico ainda na beira do gramado. Os 'versos' foram repetidos na coletiva. Veículos argentinos acertaram em cheio ao dizer que falta auto-crítica para o maior jogador argentino de todos os tempos.

Quando o time não vai bem, merece ser criticado, como foi. Deixar a Argentina de fora de Copa do Mundo seria um belo vexame. É inconcebível não ficar entre os quatro primeiros, em um grupo de dez, com equipes como Venezuela, Peru e Bolívia, tendo os jogadores de qualidade que tem. O time ainda precisa de muitos acertos.

Continuo torcendo contra a Argentina, na Copa ou não. Rivalidade tem dessas coisas.

Como disse Mateus: 'brasileiro adora odiar os argentinos e eles odeiam nos adorar'.

Fica um videozinho do baixo brincando um pouco. Participação especial de Careca e Alemão.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Olimpíadas 2016? No Rio não!




Não sou a favor das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. É claro que a competição vai atrair investimentos para a cidade, para o estado e para o Brasil. O transporte público será transformado, assim como vias de acesso e outras obras. Mas a credibilidade dos comandantes nos obrigar a usar (bin) óculos.

O Pan foi um grande exemplo. O que muitos diziam ser um legado, hoje é quase sucata. O Parque Aquático Maria Lenk não possui padrões olímpicos e hoje está às moscas. Ele foi construído para o evento e podia muito bem ser planejado de acordo com os critérios da maior competição poliesportiva do mundo. Ou vai dizer que os governantes não sabiam da intenção do Rio em sediar os jogos olímpicos de 2016?

Agora, caso a cidade seja eleita, outro parque terá que ser construído, com uma nova licitação e uma provável nova lavagem de dinheiro. Vi uma reportagem mostrando um dos únicos lugares na 'cidade maravilhosa' que é aberto para os atletas de atletismo. Para todos os federados, de qualquer estado, a permanência é permitida em tempo integral. Por lá, treinam diariamente veteranos, atletas de alto nível e jovens promessas acompanhados de perto pelos treinadores.

O local fica ao lado do Maracanã e deve virar estacionamento para a Copa de 2014. Para onde vai esta obra rara, que permite que muitos continuem a ter algum sonho no esporte brasileiro? Sonhar é possível, mas parece que as autoridades não têm muito interesse em contribuir para a formação e desenvolvimento do esporte nacional. Só parece...

A lavagem de dinheiro vai comer solta e provavelmente o dinheiro do bem-aventurado cidadão será usado de forma desordenada e irresponsável. O jornalista da ESPN Brasil Mauro Cézar Pereira informa em seu blog que, durante o Pan do Rio, houve superfaturamento na aquisição de materiais diversos, como furadeiras. A informação é oficial e vem do Tribuanal de Contas da União. Parece piada, mas não é. É por essas e por outras que não sou a favor da candidatura do Rio. No mínimo, uma potência olímpica merece receber tal competição. O dinheiro que está prestes a ser investido podia muito bem ser direcionado para outras áreas tão carentes, como saúde, educação e até mesmo o esporte.

Quando o Brasil tiver as mínimas condições, que brigue novamente para ser a sede.
Tô torcendo contra, mas dizem por aí que já está tudo decidido.

Esperemos, rezemos e soframos. ...read more ⇒
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domingo, 20 de setembro de 2009

Dentro de sala...

Segundas e quintas são dias em que tenho aulas de Sociologia das Organizações. A professora, até semestre passado, era uma mulher vistosa, elogiada por muitos pelas competências e qualidades profissionais, didáticas e físicas. A provável personalidade forte foi a responsável pela 'militância' a frente do movimento dos professores, durante o período de desacordo entre os educadores e a faculdade. Pelo menos é o que falam pelos corredores...A professora acabou saindo da instituição.

Em seu lugar entrou um cara, que chegou a lecionar disciplina para o curso de Geografia no UNI-BH. Apesar da aula não ser muito interessante e do cara parecer meio travado e um pouco desconfortável, tem bons momentos. Piadinhas infames sobre religião e sexo ilustram os noventa minutos de relatos sobre Weber, Durkeim e outros grandes pensadores. Pela presença destes caras, acho que seria uma aula interessantíssima e super produtiva se tivesse um outro direcionamento. Fico imaginando como devia ter outra pegada a aula da dita professora; ouvi falar muito bem de seus ensinamentos.

Este professor me lembra um outro de Matemática, que tive no Santo Antônio na quinta série. Júlio chegou a ser apelidado de 'Júlio Coçadinha', tamanho o número de coçadinhas que o cara dava em sala. Um bolão chegou a ser realizado e acabou deixando a aula mais interessante. A galera se divertia. A lembrança fica exatamente por conta da tal coçada, que encontra partes do corpo do professor a cada poucos segundos.

Tenho certeza que muita gente na sala não sabe o nome deste professor até hoje. Mas o cara parece ser boa gente. A aula é que podia ser melhor. O conteúdo tem potencial. ...read more ⇒